De onde vem as ideias?


Veja o interessante talk ilustrado de Steven Johnson, citado como um dos mais influentes pensadores do ciberespaço pelos periódicos Newsweek, New York Magazine e Websight. É editor-chefe e co-fundador da Feed, premiada revista cultural on-line. Johnson graduou-se em semiótica pela Brown University e em literatura inglesa pela Columbia University. 
Autor dos livros: Cultura da Interface, De cabeça aberta, Emergência, dentre outros. Recentemente, lançou no Brasil o livro De Onde Vêm As Boas Ideias, cuja Introdução você poderá ler abaixo.


Afinal, de onde vêm as boas ideias? Essa é pergunta que todos gostariam de saber responder. Steven Johnson nos ajuda a pensar a respeito em seu livro De Onde Vêm as Boas Ideias? (RJ, Zahar, 2011). O autor, de início, descarta o senso comum de que os grandes criadores já nascem geniais e, isolados em seus estúdios ou laboratórios, concebem as grandes descobertas. Ele dedica a sua pesquisa inicialmente à biologia, chegando à conclusão de que a evolução depende, mais do que de ambientes propícios para a sobrevivência, de meios em que espécies diferentes entrem em contato. No campo das ideias não é muito diferente.
Traçando a história por trás de quase duzentas descobertas e invenções, o autor comprova queambiente conectado, em que intuições circulam livremente, é mais propício para o surgimento de grandes invenções. No século XIX, por exemplo, um cientista projetou máquina semelhante aos computadores criados cem anos depois. Naquele momento, porém, o desenvolvimento do artefato parecia impossível, não havia tecnologias disponíveis para que o projeto fosse à frente. O ambiente não era propício para que a descoberta se concretizasse.
Johnson nos mostra, criando paralelos, inesperados e reveladores, os sete padrões fundamentais dos processos de inovação desenvolvidos pelo homem e pela natureza:
  1. as descobertas que surgem a partir de outras descobertas;
  2. as redes em que informações se chocam constantemente;
  3. as intuições lentamente construídas;
  4. as intuições acidentais;
  5. o aprendizado a partir dos erros;
  6. as invenções de uma área que encontram aplicação em outra;
  7. os processos generalizados de sedimentação do saber.
Com as ferramentas presentes nos dias de hoje, qualquer pessoa é capaz de criar algo inovador. É preciso, porém, saber cultivar. Como? Essa é mais uma pergunta que Johnson se propõe a responder.

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